Publicado em Agenda, Movimento Social, Política, Sociedade

50 ANOS DO GOLPE MILITAR (ANPUH)

50 ANOS DO GOLPE MILITAR
Convite da ANPUH (Associação Nacional de História)

Reunião para discussão dos 50 anos do Golpe Militar de 1964 e diálogo com os movimentos sociais.

REUNIÃO:
Dia 07/02 (sexta) | 14 hs | Faculdade de Educação – UFG (Praça Universitária)

Todo o movimento social: frente pelo transporte, movimento negro, de mulheres e feminista, LGBT e outros.

 

Contato: Thiago Oliveira Martins
https://www.facebook.com/jose.americodeandrade

 

Publicado em Sexualidade e LGBTT

Blogagem Coletiva Pelo Dia da Visibilidade Trans*: Basta de Transfobia!

Convocação – Blogagem Coletiva pelo Dia da Visiblidade Trans*: Basta de Transfobia!

by Blogueiras Feministas

Em parceria com as Blogueiras Negras,  Transfeminismo e True Love convidamos você para participar da ‘Blogagem Coletiva Pelo Dia da Visibilidade Trans*: Basta de Transfobia!’.

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Em 29 de janeiro de 2004, foi lançada a primeira campanha institucional contra a transfobia no país. A campanha “Travesti e Respeito” do Departamento DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, foi a primeira campanha nacional idealizada e pensada por ativistas trans* para promoção do respeito e da cidadania. O Dia da Visibilidade Trans* tem o objetivo de ressaltar a importância da diversidade e respeito para o Movimento Trans*, representado por travestis, transexuais e transgêneros.

A proposta da Blogagem Coletiva é agregar e divulgar material referente a visibilidade trans e ao combate da transfobia. Durante a semana de 27 a 31 de janeiro, publique um post sobre o tema (em seu blog, tumblr, facebook, etc.) e nos envie o link. Publicaremos uma lista com todas os participantes no dia 31 de janeiro. A hashtag que será usada nas redes sociais é: #VisibilidadeTrans.

A transfobia é uma violência que pessoas trans* passam todos os dias. Essa violência acontece quando uma pessoa trans* é chamada de “traveco”, quando falam que uma pessoa trans* é menos homem ou menos mulher. Transfobia é ser ignorada pelo mercado de trabalho. Transfobia é ser expulsa da escola. Transfobia é não poder usar seu próprio nome. Transfobia é desrespeitarem sua identidade de gênero. Transfobia é não ter acesso a coisas básicas, como um banheiro. Além dia, a transfobia mata muitas pessoas trans*.

Por isso, 29 de janeiro é Dia da Visibilidade Trans*. Sempre é importante lembrarmos o que é transfobia e quais direitos pessoas cissexuais acessam todos os dias, mas que são negados as pessoas trans*. E, especialmente, para lembrar que o Brasil é um dos países que mais mata pessoas trans* no mundo.

Fonte: http://blogueirasfeministas.com/2014/01/convocacao-blogagem-coletiva-pelo-dia-da-visiblidade-trans-basta-de-transfobia/

Publicado em Feminismo

EDITORIAL | blogueirasfeministas.com

[ E continua a construção diária dos feminismos, ora individualmente no nosso dia-a-dia, ora nos coletivos nossos por aí… ]

EDITORIAL | blogueirasfeministas.com

Nosso objetivo é discutir feminismo. Em suas pluralidades e particularidades. Nas suas benesses e feridas. Além disso, queremos refletir sobre questões que cercam a formação de um mundo mais justo e igualitário para TODAS as pessoas.

Este é um blog político, portanto, nos reservamos ao direito de não publicar textos que sejam contrários a nossos posicionamentos. Primamos pela crítica as estruturas e instituições, não a indivíduos.

Buscamos não difundir preconceitos e buscamos utilizar os princípios da interseccionalidade em nossos textos. Nem sempre somos bem sucedidas, por isso, para que o aprendizado seja conjunto e que a mudança seja uma possibilidade de construção coletiva, preferimos que críticas sejam feitas abertamente, em público. Afinal, esse é um blog feito por muitas mãos, olhos, cérebros, dedos, pernas, ouvidos, pulmões e corações. Uma colcha de retalhos que dialoga por meio de diversas vozes, opiniões, pensamentos e personalidades.

Tudo que aqui está publicado é responsabilidade nossa, como coletivo. A proposta atual é fazer um espaço virtual mais amplo e democrático. Entendemos que mesmo buscando a pluraridade erramos em alguns momentos. Portanto, vasculhando os arquivos é possível encontrar textos com vestígios racistas, gordofóbicos, transfóbicos, classistas, capacitistas, lesbofóbicos, bifóbicos, homofóbicos, entre outros preconceitos tão arraigados em nós. Há também a questão da invisibilidade, na maioria de nossos textos damos voz a mulher branca, heterossexual, cissexual, de classe média.

Não acreditamos em estereótipos. Não acreditamos em verdades absolutas. Não acreditamos no feminismo como uma cartilha e nem como religião. Nosso feminismo é político e está constantemente em construção. Aberto para agregar ideias, valores e conceitos. Pronto para reconhecer privilégios e contradições. Disposto a questionar universalizações e essencialismos. Temos o desafio de propor, lutar e implementar mudanças sociais que construam uma sociedade melhor para TODAS as pessoas.

Fonte: http://blogueirasfeministas.com/editorial/