Publicado em Feminismo, Oficina, Produção

SOBRE FEMINISMOS, MERCADO DE TRABALHO E MOVIMENTOS SOCIAIS

Matéria hoje no Diário da Manhã, caderno de Economia, sobre pesquisa do Sebrae “Mulheres e Empreendedorismo”.
http://www.dm.com.br/jornal/#!/view?e=20140602&p=15

Entrevista para o jornal Diário da Manhã, 02 de maio de 2014, p.15.
COUTINHO, Michely. Mercado mais feminimo. Diário da Manhã, Caderno Economia, Goiânia, n. 9.739, p. 15, 2 junho 2014. Entrevista concedida a Brunno Falcão.

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Foto-Coutinho Perfil

 

 

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Publicado em Produção

Dignidade e Respeito

Semana de…
. aniversários: pai, padrinho, sobrinha, amigos.
. de orgulho: 28 de junho, da diversidade e do amor.
. de alegria: corinthiana, “peladeira” e torcedora do futebol, vibrei pela seleção.
. de celebrar meu partido: consolidar um projeto político no qual acredito e espero respeito à minha ideologia e à minha militância.

Mas também semana de:
. lamentavelmente presenciar pessoas que eu sempre admirei mas que primeiro ofenderam minha religião agora vêm atacando a história de militantes históricos que construíam a democracia em nosso Estado. Não, vocês não são os donos da verdade, não são melhores, não são “iluminados”, não são os porta-vozes da classe trabalhadora. Não há dono do movimento social, o que há é uma construção coletiva, contínua e solidária. Que respeite inclusive o protagonismo das mulheres…

Há quem queira “inferno” (foi este o convite oficial de um “iluminado”), e que estimule a violência que o movimento feminista tanto combate. Onde está a solidariedade que todos exibem em cartazes?

Eu quero DIGNIDADE E RESPEITO!

IMG-Dignidade e Respeito

Publicado em Direito do Trabalho, Produção, Terceirização, Trabalho

[ TRABALHO/TERCEIRIZAÇÃO & PENAL ]

A terceirização segue demonstrando seu papel de apodrecimento das relações e estruturas sociais.

Um agente penitenciário, além do concurso, participa de curso de formação de 3 a 6 meses. Um terceirizado apenas uma semana de palestras. 80% dos agentes penitenciários do Maranhão são terceirizados. Mais uma peça, esta trabalhista, do quebra-cabeça trágico do sistema penal brasileiro. Até quando?