Publicado em Blog, Educação

Medieve-se

Ao invés de trabalhar para resolver os problemas e as áreas deficitárias no Brasil, o atual governo foca na polêmica (cortina de fumaça) e no ataque ao que dá certo no Brasil. Cerca de 90% da pesquisa e inovação no Brasil é pública, realizada pelas universidades federais. Ao invés de resolver o problema da educação básica, ele ataca a educação que dá certo. A apresentação do MEC do Future-se foi na melhor performance da apresentação de investimentos na Bolsa de Valores. O apresentador, banqueiro ou investidor. Analogias irreais com o futebol. Cada um no seu quadrado? Não. O país está à venda. Da Previdência à Educação, querem que tudo seja administrado por bancos. Ainda chamaram de “capitalismo social”. De social, nada. O foco é tão somente lucro e dinheiro. Apenas. Melhor nome para o governo é Medieve-se. O pior, o fundo do poço está longe. (COUTINHO, 17/07/2019)

Convite do ministro: https://youtu.be/175nxoYgJrY

Apresentação do Future-se:
https://www.facebook.com/ministeriodaeducacao/videos/626915377799667/

[17/7 10:37] #1F Arquimedes Belo Paiva: Olhem a conclusão de um prof da UNICAMP. O QUE VEM NA DESTRUIÇÃO DAS UNIVERSIDADES E INSTITUTOS FEDERAIS
1. Fim do FIES; financiamento pelo mercado;
2. Autonomia das universidades para captação de recursos e gastos;
3. Mensalidades pagas por faixa de renda;
4. Parcerias público-privadas (PPP), uma disfarce para a privatização;
5. Plano de carreira diferenciados para professores contratados sem concurso, que poderão ganhar bem mais que os concursados;
6. Incentivo para os concursados entrarem nesse plano de carreira à parte (estímulo á adesão e abandono do atual plano de carreira de concursados);
7. Fim das comissões representativas e decisórias; tudo será decidido por uma comissão universitária nomeada pela PPP, formada por gestores da iniciativa privada;
8. Reitorias formadas por gestores sem necessariamente serem professores;
9. Para a grande “reforma”, nomeação de juntas de governança nomeadas pelo Presidente da república;
10. Fechamento de cursos deficitários e fomento aos que atraem o mercado, tudo decidido e incentivado pelo gestores que aderirem ao plano do governo;
11. Fechamento, fusão ou venda de algumas universidades;
12. Congelamento dos salários de docentes e técnicos;incentivo à demissão voluntária;
13. Demissão por justa causa de concursados, por “falta de desempenho”;
14. Criação dos centros de excelência ( 10 universidades ou um pouco mais, que continuarão a receber recursos do governo, mas atrelados à lógica do mercado);
15. Esmaecimento a pesquisa básica;
16. Reformulação total dos regimentos internos das universidades, com endurecimento de regras de conduta e tribunais inquisidores;
17. Venda do patrimônio ou consignação por 30 a 50 anos de fazendas, prédios, terrenos etc das universidades;
18. Estimativa de aproximadamente 50% dos docentes e técnicos apoiarão a “reforma”;
19. Aumento das tensões e cisões nos departamentos, com perseguição, enlouquecimento e adoecimento de uma parte dos docentes;
20. Aparecimento de uma casta de funcionários composta por adesistas de primeira hora, camaleões de guarda-pó, vira-casacas e os novos contratados;
21. Contratação de professores e pesquisadores de outros países;
22. Aparecimento das Universidades Internacionais (não confundir com o modelo da U. Patrício Lumumba; ao contrário, vide a George Soros na Hungria);
23. Observem que muita gente que se diz “progressista”, vai sair do armário e se assumir como carreirista.
Tem mais. Depois escrevo.
Prof Renato Dagnino da Unicamp
[17/7 10:37] #1F Arquimedes Belo Paiva: Notícias de Brasília sobre o projeto do MEC para as Universidades Federais.

“Em reunião de mais três horas no Ministério da Educação, os reitores das universidades federais ouviram as linhas gerais do projeto que o governo Bolsonaro promete para a “libertação” das instituições, nas palavras do próprio ministro Abraham Weintraub. Ele, aliás, ficou menos de 40 minutos no auditório. Depois, tuitou sobre temas nada relacionados ao assunto.
Nomeado de Future-se, o projeto do governo foi apresentado pelo secretário de ensino superior do MEC, Arnaldo Lima, e por Ariosto Antunes, secretário de educação tecnológica do ministério. Não foi distribuído nenhum documento aos dirigentes universitários. Em linhas gerais, o projeto – que entrará em consulta pública até 31 de julho – pretende reduzir os repasses federais com o custeio das universidades, criando, em troca, um mecanismo de captação de recursos pelas Instituições Federais de Ensino. O dispositivo depende da aprovação de um projeto de lei.
O Future-se será sustentado por um fundo soberano do conhecimento, privado, negociado em Bolsa, e multimercado. Os recursos iniciais viriam da alienação ou concessão de patrimônio da União, espalhado pelo país. O dinheiro ainda não existe. MEC diz que governo estima em R$ 50 bilhões a captação feita desta forma. As universidades submeteriam projetos para concorrer ao dinheiro.
Para disputar as verbas, as universidades precisam investir nos seguintes eixos: gestão, governança e empreendendorismo; pesquisa e inovação e internacionalização.
Representantes do MEC também querem implantar o modelo de Organizações Sociais (OS) para cuidar de serviços como limpeza e segurança. Neste caso, as verbas não vão contar para efeito do teto constitucional de gastos públicos. Um ato normativo sobre o tema deve ser publicado até fim de agosto.
Ainda no início da reunião, estudantes e representantes do Andes foram até a porta do ministério para protestar contra o projeto. Mas policiais militares reprimiram a manifestação com agressões e spray de pimenta. Após a apresentação no MEC, reitores foram até a sede da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições de Ensino Superior (Andifes) para avaliar o projeto.”
Lamento saber da ausência de um documento escrito sobre as medidas e penso que o projeto deva ser debatido em todas as instâncias das universidades, antes de aderir ou de recusar o Future-se. Nunca o setor jurídico e de planejamento das IFEs foi tão importante.
Vejo aí a criação de centros de excelência, o mal fadado sonho de FHC, em detrimento da expansão do ensino, pesquisa e sua interiorização. Veremos… ]

Anúncios
Publicado em Blog, Tecnologia

FaceApp. Que dados está disposto a dar para se ver mais velho?

Dilemas pós modernos. E lembremos sempre: “Se você não paga. Você é o produto.”

(Coutinho)

Cátia Rocha 15.07.2019 / 19:17

Nestes dias, a app está no auge da popularidade. Mas, além de extensa, a política de privacidade deixa mais dúvidas do que respostas.

A aplicação FaceApp está novamente entre as mais populares e, por estes dias, é difícil não encontrar alguém a experimentar o filtro que permite saber que aspeto terá o utilizador daqui a 20 anos. No entanto, os termos de uso e a política de privacidade deixam dúvidas relativamente à recolha de dados e anúncios.

Por estes dias, Facebook e Instagram estão a ser invadidos por centenas de fotografias de pessoas envelhecidas – tudo graças a uma aplicação que recorre a inteligência artificial. Não é a primeira vez que esta aplicação escala no ranking das apps mais descarregadas. No ano passado, tornou-se popular por permitir mudar de género (ainda antes do Snapchat ter o mesmo filtro) ou pôr os utilizadores a sorrir, usando IA. Além disso, também inclui filtros populares, que permitem aos utilizadores transformar-se em Heinsenberg, da popular série de televisão ‘Breaking Bad’.

E, já no ano passado, havia quem se mostrasse preocupado com as questões de privacidade da aplicação e o que acontece aos dados cedidos pelos utilizadores. No site da aplicação, é indicado que a app foi desenvolvida por uma empresa, chamada Wireless Lab, sediada em São Petersburgo, na Rússia. Nos termos de uso, é visível que os termos e a política de privacidade não são atualizados desde 2017, altura do lançamento da aplicação.

Como funciona?

A aplicação não permite apenas ver como o utilizador será daqui a 20 anos: também é possível torná-lo mais jovem, ver qual será o seu aspeto noutro género ou ainda utilizar um filtro de beleza. Mas isto é na versão gratuita. Na versão paga, é possível mudar a cor de olhos, cor do cabelo ou ver como ficará com uma franja ou com barba.

No ano passado, o tal filtro de beleza valeu à FaceApp duras críticas e acusações ligadas a racismo, já que qualquer pessoa não caucasiana surgia automaticamente com a pele mais clara, escolhendo esta opção.

Polémicas à parte, a FaceApp “é uma aplicação baseada em software que usa algoritmos de inteligência artificial para transformar as fotos ou vídeos em imagens de arte ou mudar o fundo, sobrepor objetos e clonar o estilo ou efeito de outras imagens ou vídeos”, é possível ler na descrição do serviço.

O que dizem os termos e condições?

Para começar, é indicado que “assim que acede ao site da FaceApp ou faz o download da aplicação móvel, concorda com os termos”. Tal como muitas aplicações, é indicada a idade mínima para aceder aos serviços: 13 anos. Neste caso, é preciso ter o aval de um adulto para utilizar esta aplicação – até aqui, um procedimento semelhante ao de tantas outras aplicações. No entanto, é na área de conteúdos de utilizador que surgem as dúvidas. É possível ler que o serviço permite ao utilizador criar, publicar e partilhar conteúdos.

No entanto, é ainda indicado que o utilizador “dá à FaceApp uma licença perpétua, irrevogável, não-exclusiva, livre de direitos de autor, global, totalmente paga e transmissível para reproduzir, modificar, adaptar, publicar, traduzir e criar trabalhos derivados” através do conteúdo fornecido pelo utilizador. Além disso, os responsáveis pela app também indicam que poderão ser reproduzidos conteúdos como “qualquer nome ou apelido” em “quaisquer formatos de media e canais agora conhecidos ou que venham a ser criados, sem qualquer compensação” ao utilizador.

Ou seja, a FaceApp indica que basicamente está a dar autorização para que usem os seus conteúdos, sem qualquer compensação ou aviso – hoje ou num futuro próximo. Além disso, sempre que partilhar conteúdos através dos serviços da aplicação, está a “compreender que o conteúdo de utilizador ou qualquer informação associada será visível para o público”. Note-se que por informação associada são referidas informações como dados de utilizador, fotografia de perfil ou localização.

Ainda nos conteúdos de utilizador, é indicado que que quem usa a app compreende que “qualquer uso comercial [que está automaticamente a autorizar] não causará danos para si ou qualquer outra pessoa”.

Recolha de informação e partilha de dados

Noutro segmento do site da FaceApp, quem queira saber mais sobre a política de privacidade encontrará a especificação da informação que é recolhida na aplicação – mas há várias questões sem resposta.

Vamos por partes: em primeiro lugar, a empresa categoriza os dados recolhidos: informação direta (as suas fotografias, por exemplo), informação analítica, cookies e similares, informação sobre registos, dados sobre dispositivos e ainda metadados (indicações sobre hashtags, por exemplo, ou como os conteúdos foram criados).

O ponto da informação analítica que é recolhida mostra que “são usadas ferramentas de terceiros para ajudar a medir a utilização e a verificar as tendências no serviço”. É indicado que estas ferramentas vão recolher “informação enviada pelo seu dispositivo para o serviço, incluindo páginas web visitadas, add-ons e outras informações”. Instalar a FaceApp no seu smartphone ou tablet dá automaticamente consentimento à empresa para perceber como usa o seu dispositivo, por exemplo.

A empresa justifica que esta grande quantidade de dados é recolhida para “fornecer conteúdo personalizado, que pode incluir anúncios online e outras formas de marketing”, indica o primeiro ponto. Este ponto é bastante comum entre as aplicações do género, note-se, mas é na área da partilha de informação que as dúvidas surgem.

A política de privacidade indica que “a informação do utilizador não será vendida a entidades além da FaceApp (ou o grupo onde a aplicação está incluída), sem consentimento, exceto às partes com quem a empresa tem alguma ligação”. Além de não indicar quem são essas empresas com quem tem ligações, que são indicadas como “afiliadas”, a FaceApp ainda abre a porta a futuras ligações, no ponto: “empresas que façam parte do grupo onde está a FaceApp ou que venham a fazer parte desse grupo”.

Por onde param os dados?

É uma das questões que ficam no ar. Mesmo que os seus conteúdos sejam removidos por eventualmente violarem os termos e condições da aplicação, é indicado que não são eliminados dos registos da empresa.

Ainda na área do processamento de dados, é indicado que só por utilizar a aplicação e os serviços por ela fornecidos está a dar consentimento “para processar, transferir e armazenar informação sobre si nos e para os Estados Unidos e outros países, onde pode não ter os mesmos direitos e proteções que tem sob a lei local”.

Lembra-se do direito a ser esquecido e a possibilidade de pedir a qualquer empresa que atue na União Europeia que dados tem sobre si e a possibilidade de pedir que sejam eliminados? Com a FaceApp está automaticamente a aceitar a transferência de dados para outros países, onde esta lógica de proteção de privacidade pode não ter qualquer aplicabilidade.

FaceApp

Fonte: FaceApp. Que dados está disposto a dar para se ver mais velho?

Publicado em Educação Financeira

Aprenda a calcular a Taxa de Riqueza e torne-se um “aposentado jovem e rico”

O conceito proposto por Kiyosaki consiste na seguinte fórmula: Taxa de riqueza = (renda de portfólio + renda passiva) / (despesas totais)

23 abr, 2019 10h40

“Existem definições bem mais básicas e mais importantes (do que as pronunciadas por corretoras de investimentos) que você precisa conhecer se realmente está planejando se aposentar jovem e rico”.

O trecho pertence ao livro “Aposentado Jovem e Rico”, do empresário, investidor e escritor Robert Kiyosaki, no qual ele apresenta o seu conceito de Taxa de Riqueza.

<iframe frameborder="0" scrolling="no" class="i-amphtml-fill-content" id="google_ads_iframe_1" height="250" width="300" allowfullscreen allowtransparency="" referrerpolicy="unsafe-url" srcdoc="

a { color: #000000 }body { margin: 0; background: transparent; }#google_image_div {height: 250px;width: 300px;overflow:hidden;position:relative}html, body {width:100%;height:100%;}body {display:table;text-align:center;}#google_center_div {display:table-cell;}#google_image_div {display:inline-block;}.abgc {position:absolute;z-index:2147483646;right:0;top:0;}.abgc amp-img, .abgc img {display:block;}.abgs {display:none;position:absolute;-webkit-transform:translateX(99px);transform:translateX(99px);right:16px;top:0;}.abgcp {position:absolute;right:0;top:0;width:31px;height:15px;padding-left:10px;padding-bottom:10px;}.abgb {position:relative;margin-right:16px;top:0;}.abgc:hover .abgs {-webkit-transform:none;transform:none;}.cbb {display: block;position: absolute;right:0;top:0;cursor: pointer;height: 15px;width: 15px;z-index: 9020;padding-left:16px;}.btn {display: inline-block;border-radius: 2px;-moz-box-sizing: border-box;-webkit-box-sizing: border-box;box-sizing: border-box;box-shadow: 0px 0px 2px rgba(0,0,0,0.12), 0px 1px 3px rgba(0,0,0,0.26);cursor: pointer;font-size: 0.7em;margin: 0 1px 0.4em 1px;}@media (max-width: 375px) and (min-height: 100px) {.btn {display: block;width: 90%;max-width: 240px;margin-left: auto;margin-right: auto;}}#spv1 amp-fit-text>div {-webkit-justify-content: flex-start;justify-content: flex-start;}.jm.sh #spv1 amp-fit-text>div {-webkit-justify-content: center;justify-content: center;}.jt .pn amp-fit-text>div {-webkit-justify-content: flex-start;justify-content: flex-start;}.btn > span {display: inline-block;padding: 0.5em 0.6em;line-height: 1em;}#sbtn {background-color: #FFFFFF;color: #9E9EA6;text-decoration: none;}#sbtn:hover,#sbtn:active {background-color: #F5F5F5;}#rbtn {background-color: rgb(66,133,245);color: white;}#rbtn:hover,#rbtn:active {background-color: #3275E5;}#mta {position:absolute;top: 0;left: 0;font-family: Arial, sans-serif;font-size: 12px;font-weight: 400;line-height: 1em;}#mta input[type=”radio”] {display: none;}#mta .pn {left: -300px;top: -250px;position: absolute;width:300px;height:250px;-moz-box-sizing: border-box;-webkit-box-sizing: border-box;box-sizing: border-box;background-color: #FAFAFA;text-align: center;}#spv2 {display: -webkit-flex;display: flex;-webkit-justify-content: flex-start;justify-content: flex-start;-webkit-flex-wrap: nowrap;flex-wrap: nowrap;overflow: hidden;background-color: #FAFAFA;font-size: 0;}.sv #spv2 {-webkit-flex-direction: column;flex-direction: column;}.sh #spv2 {-webkit-flex-direction: row;flex-direction: row;-webkit-justify-content: center;justify-content: center;}.sh.sr #spv2 {-webkit-justify-content: flex-start;justify-content: flex-start;}.jt.sv #spv2 {-webkit-justify-content: flex-start;justify-content: flex-start;-webkit-align-items: center;align-items: center;}.jm.sh #spv2 {-webkit-align-items: center;align-items: center;}.jm.sv #spv2 {-webkit-justify-content: center;justify-content: center;-webkit-align-items: center;align-items: center;}#spv2 * {-moz-box-sizing: border-box;-webkit-box-sizing: border-box;box-sizing: border-box;}#mta input[name=”a”]:checked ~ #cbb {display: none;}#spv3 {opacity:1;}.amp-animate #spv4 {opacity:0;transition: opacity 0.5s linear 2.5s;}.amp-animate #spv3 amp-fit-text {opacity:1;transition: opacity 0.5s linear 2s;}#spr3:checked ~ #spv3 amp-fit-text {opacity:0}#spr3:checked ~ #spv4 {opacity:1;}#spr1:checked ~ #spv1,#spr2:checked ~ #spv2,#spr3:checked ~ #spv3,#spr3:checked ~ #spv4{right: 0px;top: 0px;}.ct svg {border: 0;margin: 0 0 -0.45em 0;display: inline-block;height: 1.38em;opacity: 0.4;}.ct {display: inline-block;line-height: 1.28em;color: rgba(0,0,0,0.4);text-align:center;padding: 0.3em;}.fct {padding: 1em;}#pct {display: block;font-weight: bold;padding: 1em 0.3em;}#ti {width: 300px;}#btns {width: 300px;}.fl {width: 300px;height:250px;}#si {position: relative;display: inline-block;margin-bottom: -0.15em;height: 1em;width: 1em;opacity: 0.4;}.sb {flex-shrink: 0;height: 50px;}.so {position: relative;z-index: 9110;overflow: hidden;display: inline-block;padding: 1px 5px;width: 96px;height: 50px;border: 1px solid #E0E0E0;background-color: #FFFFFF;cursor: pointer;}.so:hover,.so:active {background-color: #F5F5F5;}.so div {display: -webkit-flex;display: flex;-webkit-align-items: center;align-items: center;-webkit-justify-content: center;justify-content: center;width: 100%;height: 100%;}.so span {color: #4285F4;font-family: Arial, sans-serif;text-align: center;font-size: 12px;line-height: 14px;white-space: normal;}@media (min-height: 54px) {.sh.ss .so,.sv .so {box-shadow: 0px 0px 2px rgba(0,0,0,0.12), 0px 1px 3px rgba(0,0,0,0.26);border: none;}}.sh .so {margin-left: -1px;box-shadow: none;}.sh .so:first-child {margin-left: 0;}.sh.ss .so {margin-left: 8px;}.sh.ss .so:first-child {margin-left: 0;}.sh.jt .sb {margin-top: 8px;}.sv .so,.sh.ss .so {border-radius: 2px;}.sv .so {margin: 4px;}.sv.jt .so:first-child {margin-top: 8px;}.amp-bcp {display: inline-block;position: absolute;z-index: 9;}.amp-bcp-top {top: 0;left: 0;width: 300px;height: 10px;}.amp-bcp-right {top: 0;left: 290px;width: 10px;height: 1000px;}.amp-bcp-bottom {top: 240px;left: 0;width: 300px;height: 10px;}.amp-bcp-left {top: 0;left: 0;width: 10px;height: 1000px;}.amp-fcp {display: inline-block;position: absolute;z-index: 9;top: 0;left: 0;width: 300px;height: 1000px;-webkit-transform: translateY(1000px);transform: translateY(1000px);}.amp-animate .amp-fcp {-webkit-animation: 1000ms step-end amp-fcp-anim;animation: 1000ms step-end amp-fcp-anim;}@-webkit-keyframes amp-fcp-anim {0% {-webkit-transform: translateY(0);transform: translateY(0);}100% {-webkit-transform: translateY(1000px);transform: translateY(1000px);}}@keyframes amp-fcp-anim {0% {-webkit-transform: translateY(0);transform: translateY(0);}100% {-webkit-transform: translateY(1000px);transform: translateY(1000px);}}body{visibility:hidden}

O anúncio era inadequado

O anúncio cobriu o conteúdo

Tentaremos não exibir esse anúncio novamente

Anúncio fechado por