Publicado em Direitos Humanos & Terceiro Setor

Edital do Fundo Brasil de DH e Fundação Ford – Megaeventos esportivos e direitos humanos

Edital Específico – Megaeventos esportivos e direitos humanos

Edital do Fundo Brasil de Direitos Humanos e Fundação Ford que apoiará 20 projetos sobre o tema Megaeventos Esportivos e Direitos Humanos. O prazo para apresentar projetos é até 7 de fevereiro de 2014.

Que tipos de projetos serão apoiados pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos?
1) Os que tenham como objetivo a defesa e a promoção de direitos humanos de comunidades e grupos vulneráveis, especialmente mulheres e negros(as), negativamente impactados, nas cidades sede dos megaeventos esportivos;
2) Aqueles com valor total entre R$ 15.000,00 (quinze mil reais) e R$ 30.000,00 (trinta mil reais), para até um ano de duração;
3) Aqueles propostos por organizações com receita anual em 2012 de, no máximo, R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), visto que nossa prioridade é apoiar organizações com poucos recursos.

Fonte: http://www.fundodireitoshumanos.org.br/v2/pt/proposals/index/special

Publicado em Produção, Sociedade

“QUE É QUE EU VIM FAZER NESSA PERIFERIA?”

“QUE É QUE EU VIM FAZER NESSA PERIFERIA?”

DATA: 08 de dezembro de 2013
LOCAL: Praça de Alimentação do Shopping Passeio das Águas (Goiânia-GO)
ATOR: rapaz com camisa do jacaré que mora no exterior
CENA: Fila do Bob’s, o ator com uma criança faz um pedido com dois sanduíches, mas quando do pagamento diz ao caixa que são dois pedidos separados e exclama discriminações

FALA: “QUE É QUE EU VIM FAZER NESSA PERIFERIA? Ah, falei que era pra gente ter ido no Bueno ou no Oeste! Viemos aqui na periferia, dá nisso! Em casa te ensino o que é periferia!”

Não me contive! Foi impossível ouvir essa discriminação monstruosa e não retrucar, e mandar esse burguês voltar pro Vaca Brava! “Por que é que você veio aqui então?”, questionei. Ele continuou “orgulhoso” de sua fala e ainda a repetiu duas vezes… Rolou um alto bate-boca, mas ninguém falou nada. Daí ele subiu ainda mais alto no monte da arrogância e disse “Eu nem moro no Brasil.”

A burguesia não aguenta mais ter que conviver com “pobre” no aeroporto, no Shopping… Na sua frente!