Publicado em Eleições

Confuso com as eleições? Confira o guia para operar com base no noticiário político

Como saber quando sairão as próximas pesquisas, quais os efeitos de cada uma delas e como a economia e a Copa pode afetar o resultado das eleições?
Por Lara Rizério |8h55 | 14-07-2014 | InfoMoney

SÃO PAULO – A Copa do Mundo acabou e, agora, o foco não mais só do mercado mas também de grande parte da população será um só: as eleições de 2014. Dentre os principais candidatos, estão a presidente Dilma Rousseff (PT), o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) e o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

A disputa eleitoral está quente desde março, quando foram divulgadas as primeiras pesquisas eleitorais que guiaram o mercado, em meio à tendência de queda da popularidade e intenção de voto da presidente Dilma Rousseff. Desde então, os candidatos tiveram altos e baixos nestes quatro meses. Mas o que realmente significa uma alta ou uma queda da popularidade de Dilma? No que ficar de olho e como estar atento aos dados que serão divulgados e que podem sinalizar os novos acontecimentos na disputa eleitoral?

Para responder a essas perguntas, o InfoMoney montou com base no noticiário e em relatórios de bancos e corretoras um guia para operar com base no noticiário político. Confira no que se atentar:

1. Como funcionam as pesquisas eleitorais?
Os institutos devem fazer o registro das pesquisas presidenciais no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até cinco dias antes de sua divulgação. O registro deve informar quem contratou a pesquisa, a metodologia utilizada e o período de realização, entre outros dados.

No caso do Datafolha, o instituto faz pesquisas eleitorais apenas para veículos de comunicação, e não para partidos, candidatos ou outras organizações. Já o Ibope, além de fazer levantamentos para o jornal O Estado de S. Paulo e as Organizações Globo, também realizou levantamento contratado pela UVESP (União dos Vereadores do Estado de São Paulo), por exemplo.

A lei permite registrar uma pesquisa para divulgação depois de realizado o campo e conhecido o resultado. Conforme destaca a XP Investimentos, o procedimento pode abrir, eventualmente, a possibilidade de uso estratégico das pesquisas eleitorais como instrumentos de marketing político. No caso da Datafolha, esse procedimento não é utilizado.

Quanto à metodologia, os principais institutos aplicam os questionários nas casas dos entrevistados. Os principais institutos brasileiros não aceitam pesquisas por telefone. Já o Datafolha faz a abordagem nas ruas. A metodologia do Datafolha pratica a checagem simultânea dos questionários no momento das entrevistas e, posteriormente, por telefone. O método mais rápido, mas pode requerer um número maior de entrevistas.

A ordem das perguntas também distingue a forma como os entrevistados são abordados. Os principais institutos de pesquisa fazem perguntas introdutórias antes de perguntar a intenção de voto. É comum entre institutos fazer perguntas referentes ao grau de conhecimento sobre os candidatos citados nos formulários ou a aprovação no governo.

2. Onde é possível encontrar as datas para divulgação das pesquisas eleitorais?
Registro de Pesquisas:
http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2014/pesquisas-eleitorais-eleicoes-2014

Divulgação dos resultados de todas as Pesquisas:
http://www.eleicoes2014.com.br/pesquisas-eleitorais/

3. Quais serão as datas mais relevantes para as eleições?
As datas mais relevantes podem ser encontradas na íntegra através do calendário eleitoral 2014:
http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2014/calendario-eleitoral#2_6_2014. Confira alguns dos principais eventos que podem ser determinantes para as eleições, segundo o HSBC:

29 de agosto: Divulgação dos dados sobre o crescimento do PIB no segundo trimestre de 2014. A equipe econômica do HSBC revisou recentemente para baixo sua projeção de crescimento para o PIB em 2014, passando de 1,7% para 1,1%, e manteve sua projeção para 2015 inalterada em 1,2%.
“Temos recomendado aos investidores que avaliem o risco de recessão no Brasil, ao acompanhar dois indicadores de alta frequência: confiança dos empresários e dados do estoque. Ambos apresentaram recentemente surpresas negativas”, avaliam os analistas.

05 de outubro: Primeiro turno da corrida presidencial. A última pesquisa Datafolha sinalizou que a presidente tem 38% da preferência do eleitorado, ante 34% registrados na leitura de junho. Os candidatos da oposição também avançaram, porém em menor margem. O senador Aécio Neves, do PSDB, variou de 19% para 20%, enquanto o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB, oscilou de 7% para 9%.

26 de outubro: Segundo turno da corrida presidencial. De acordo com o Datafolha, a vantagem de Dilma contra Aécio voltou a cair: 7% em julho (46% a 39%), contra 8% em junho e 11% em maio. Frente a Eduardo Campos, Dilma tem um diferencial de 13 pontos percentuais, contra 15 pontos em junho e 17 pontos em maio.

4. Quanto tempo a candidata Dilma Roussef tem na TV?
Segue os tempos estimados de propaganda eleitoral gratuita para cada partido na TV, no primeiro turno. A presidente Dilma Rousseff não pode reclamar quando o assunto é tempo de exposição nas televisões e rádios durante o período de propaganda eleitoral, pois possui muito mais tempo do que os outros candidatos.

Números preliminares do Tribunal Superior Eleitoral mostram que a petista tem pouco menos do que a soma de exposição de todos os seus 10 oponentes nas urnas. Enquanto a candidata à reeleição terá 11 minutos e 48 segundos, os seus 10 rivais, incluindo Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), terão 13 minutos e 7 segundos.

Confira os partidos que apoiam cada um onze candidatos:
DILMA ROUSSEFF (PT)
PT (Partido dos Trabalhadores); PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro); PDT (Partido Democrático Trabalhista); PCdoB (Partido Comunista do Brasil); PP (Partido Popular); PR (Partido da República); PSD (Partido Social Democrático); PROS (Partido Republicano da Ordem Social) e PRB (Partido Republicano Brasileiro).

AÉCIO NEVES (PSDB)
PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira); DEM (Democratas); PTB (Partido Trabalhista Brasileiro); SD (Solidariedade); PMN (Partido da Mobilização Nacional); PTC (Partido Trabalhista Cristão); PTdoB (Partido Trabalhista do Brasil); PTN (Partido Trabalhista Nacional) e PEN (Partido Ecológico Nacional).

EDUARDO CAMPOS (PSB)
PSB (Partido Socialista Brasileiro); PPS (Partido Popular Socialista); PRP (Partido Republicano Progressista); PSL (Partido Social Liberal); PPL (Partido Pátria Livre) e PHS (Partido Humanista da Solidariedade).

PASTOR EVERALDO (PSC)
PSC (Partido Social Cristão)

EDUARDO JORGE (PV)
PV (Partido Verde)

LUCIANA GENRO (PSOL)
PSOL (Partido Socialismo e Liberdade)

ZÉ MARIA (PSTU)
PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado)

MAURO IASI (PCB)
PCB (Partido Comunista Brasileiro)

LEVY FIDELIX (PRTB)
PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro)

JOSÉ MARIA EYMAEL (PSDC)
PSDC (Partido Social Democrata Cristão)

RUI COSTA PIMENTA (PCO)
PCO (Partido da Causa Operária)

5. Como a economia influencia o quadro eleitoral?
Apesar de as pesquisas de aprovação do governo estarem indicando que os principais fatores de desaprovação do governo Dilma são saúde e educação, os modelos elaborados pela equipe de análise da XP Investimentos sinalizam que os fatores econômicos têm grande influência no comportamento da aprovação do governo, o que acaba batendo nas intenções de voto.

“Pelos nossos modelos, o mercado de trabalho é a variável chave para explicar a aprovação do presidente. O nível de ocupação no mercado de trabalho e o comportamento do rendimento dos indivíduos descontada a taxa de inflação são as variáveis mais relevantes”.

Já a inflação acaba afetando a aprovação do presidente pelo seu efeito sobre o rendimento real, que é corroído com os altos preços. Tendo em vista a desaceleração do mercado de trabalho, com movimento ainda em curso pela avaliação da XP, com queda da taxa de ocupação (pessoas ocupadas em relação à população em idade ativa) e com o crescimento mais moderado do rendimento real, deveremos ter um pleito bastante competitivo, com eleição em dois turnos.

6. A Copa do Mundo pode influenciar o resultado das eleições?
A influência da recém-encerrada Copa do Mundo é um dos pontos principais para esse início de campanha dos candidatos à presidência.

A XP ressalta que, tomando como referência os mundiais anteriores, não há uma correlação clara entre o desempenho da seleção brasileira na Copa e o quadro eleitoral. Aparentemente, os eleitores não misturam futebol e política. Sem contar que a distância temporal entre o fim dos jogos e o primeiro turno das eleições é razoável. Dois meses é meio é bastante no tempo da política.

E o fato da Copa do Mundo ter ocorrido no Brasil também não altera a análise, ressalta a XP. Conforme ressaltou o sociólogo Alberto Almeida em sua coluna no Valor Econômico no dia 10 de junho: “em 1950, a Copa do Mundo na qual o Brasil foi derrotado em casa pelo Uruguai terminou em julho e a eleição ocorrida em três de outubro daquele ano levou Getúlio Vargas de volta à presidência em um resultado que favoreceu ao governo. O presidente que antecedeu Vargas foi Dutra, que foi apoiado por Vargas na eleição de 1945. A seleção foi derrotada em casa, mas o governo venceu as eleições. O único precedente, portanto, mostra que não houve conexão entre resultado no campo de futebol e resultado eleitoral.”

Por outro lado, houve o efeito da goleada da Alemanha no Brasil por 7 a 1, que tem expectativa de ser repercutido nas próximas pesquisas eleitorais, caso do Datafolha, instituto Sensus e Ibope. Logo após a derrota brasileira, o Ibovespa subiu quase 2%; a expectativa é que a popularidade e as intenções de voto em Dilma Rousseff, que subiram no último Datafolha com a Copa sendo bem sucedida e os protestos se arrefecendo, voltem a cair.

Porém, há algumas controvérsias sobre o assunto. “Como nossa ‘miséria’ na Copa afetaria o cenário eleitoral? Não está claro. Imaginava-se que alguma confusão pudesse prejudicar Dilma – mas a Copa correu sem tropeços. Também se esperava que um fracasso da seleção atingisse o humor do eleitor: não está claro ainda em que direção. Vejamos o que dirão as pesquisas eleitorais”, avalia a Guide Investimentos.

Para o economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini, o resultado do Brasil na Copa e o ambiente político podem ser relacionados, mas não diretamente e nem são determinantes para o cenário eleitoral. “Há algum tempo, o mercado vem sinalizando a queda de Dilma nas pesquisas, que levam à alta da Bolsa, e vice-versa. Com a alta do Ibovespa sendo determinada nos últimos meses pelos levantamentos eleitorais, o mercado manda um recado claro para a presidente que está insatisfeito com a condução da economia”, aponta.

Segundo Agostini, ninguém faz uma relação direta entre a derrota do Brasil na Copa e a presidente e, por isso, não há nenhuma comprovação empírica sobre se haverá realmente um efeito. Porém, os brasileiros devem voltar a recuperar o mau humor que havia no cenário antes da Copa, o que pode resgatar as reclamações sobre os altos gastos do evento em detrimento a investimentos em saúde e educação. “O mercado, obviamente, aproveita a oportunidade para relacionar os fatos”, avalia o economista.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3452558/confuso-com-eleicoes-confira-guia-para-operar-com-base-noticiario?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=nlmercados

Anúncios
Publicado em Direito Eleitoral, Política

[ELEIÇÕES 2010] Reportagens

10/09/2010 – 17h30

Promotor vê em propaganda de Tiririca infração capaz de impugnar candidatura

Irineu Machado
Do UOL Eleições
Em São Paulo

O promotor eleitoral Maurício Antonio Ribeiro Lopes, do Ministério Público Eleitoral de São Paulo, deve receber só na segunda-feira (13) o ofício da Procuradoria Regional Eleitoral para adoção de medidas cabíveis contra possível crime eleitoral cometido pelo candidato a deputado federal

Francisco Everardo Oliveira da Silva, o palhaço Tiririca (PR), mas já apontou que o alvo principal da Justiça Eleitoral contra o candidato pode ser a sua própria propaganda. Em entrevista ao UOL Eleições, Lopes disse que vê na propaganda do candidato do bordão “pior que está não fica” infração capaz de levar a uma impugnação da candidatura.

O objeto do ofício da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo à Justiça Eleitoral não é este, mas a possível ocultação proposital de seus bens pessoais à Justiça. O Ministério Público Eleitoral se baseou em nota publicada na coluna “Radar”, da revista “Veja”, que informou que o humorista declarou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não possuir nenhum bem, pois teria colocado todo o seu patrimônio em nome de terceiros, depois de responder a processos trabalhistas e de sua ex-mulher. Segundo a procuradoria, na consulta à ficha do candidato consta a informação “nenhum bem declarado”. Sobre isso, Lopes disse que analisará o caso na segunda, tão logo receba o encaminhamento da procuradoria.

“Ainda não recebi nada, mas, se for isso, parece que estamos abrindo espaço para a candidatura de estelionatários”, afirmou. No entanto, o promotor afirmou não entender o motivo pelo qual a Procuradoria Regional Eleitoral ainda não tocou no assunto da propaganda de Tiririca, que julga ser um caso grave. “Se eu fosse o procurador regional eleitoral, era com isso que eu me preocuparia. É propaganda irregular. Vislumbro infração ao artigo 5º da resolução 23.191 do TSE”, declarou.

O artigo mencionado por ele diz: “A propaganda, qualquer que seja a sua forma ou modalidade, mencionará sempre a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional, não devendo empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais (Código Eleitoral, art. 242, caput)”. No entender do promotor, o conteúdo da propaganda eleitoral de Tiririca se enquadra nesses termos e poderia levar a uma impugnação da candidatura.

A reportagem está tentando contato com Tiririca e com assessores de sua candidatura.

Depois de ter virado celebridade televisiva nos anos 90, Tiririca decidiu neste ano tentar entrar na política. Vestido de palhaço, seu personagem, e em tom de deboche, Tiririca aparece em diferentes inserções no horário eleitoral de seu partido, o PR. Identificando-se como “o candidato abestado”, ele usa bordões e diz frases como as seguintes:

– “Vote no Tiririca, pior do que tá não fica!”

–  “Oi gente, estou aqui para pedir seu voto porque eu quero ser deputado federal, para ajudar os mais ‘necessitado’, inclusive a minha família. Portanto meu número é 2222. Se vocês não votarem, eu vou morreeer!”

“Oi, eu sou o Tiririca da televisão. Sou candidato a deputado federal. O que é que faz um deputado federal? Na realidade eu não sei, mas depois, eu te conto.”

– “Quando vocês apertarem na urna eleitoral, vai aparecer esse cara aqui, e esse cara aqui sou eu. Ô candidato lindo!”

– “Você está cansado de quem trambica? Vote no Tiririca”

Para deputado federal, Tiririca. Vote no abestado”

No horário eleitoral de ontem, Tiririca apareceu inicialmente escondendo o rosto e perguntando: “Adivinha quem está falando? duvido vocês ‘adivinhar’! “. Em seguida, tirou as mãos do rosto e declamou: “Sou eeeu, o Tiririiiica, candidato a deputado federaaaal, 2222, não esqueeeeeça, peguei vocês, enganei vocês, vocês ‘pensou’ que fosse outra pessooooa, sou eu, o abestaaaaado, vote 2222!”

In: http://eleicoes.uol.com.br/2010/sao-paulo/ultimas-noticias/2010/09/10/promotor-ve-em-propaganda-de-tiririca-infracao-capaz-de-impugnar-candidatura.jhtm

Em 20/09/2010, 21h50.


Filha de Serra fez a maior

quebra de sigilos do mundo

Publicado em 10/09/2010

A filha do Serra, uma especialista em violação

A revista CartaCapital que está nas bancas traz reportagem de Leandro Fortes que vai calar o Zé Baixaria e seus auto-falantes do PiG (*).

Por 15 dias no ano de 2001, no governo FHC/Serra a empresa Decidir.com abriu o sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros.

É isso mesmo o que o amigo navegante leu: a filha de Serra abriu o sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros por 15 dias durante o governo FHC/Serra.

A Decidir.com é o resultado da sociedade, em Miami, da filha de Serra com a irmã de Daniel Dantas.

Veja aqui a prova da associação com documentos do Estado da Flórida, nos Estados Unidos.

O primeiro “plano de negócios” da empresa era assessorar licitações públicas.

Imagine, amigo navegante, assessorar concorrências !

A certa altura, em 2001, a empresa resolveu ser uma concorrente da Serasa.

Fez um acordo com o Banco do Brasil e através disso conseguiu abrir sigilos bancários.

O notável empreendimento de Miami conseguiu também a proeza de abrir e divulgar a lista negra do Banco Central.

O intrépido jornalismo da Folha (**) fez uma reportagem sobre o assunto, mas motivos que este ordinário blogueiro não consegue imaginar, omitiu o nome da empresa responsável pelo crime.

A Folha (**) divulgou ela própria o sigilo de autoridades que passaram cheques sem fundo.

O então presidente da Câmara, Michel Temer, oficiou o Banco Central.

E, a partir daí, operou-se um tucânico abafa.

O Banco Central não fez nada.

A Polícia Federal não fez nada.

O Ministério da Fazenda não fez nada.

O Procurador Geral da República não fez nada.

Faltava pouco para a eleição presidencial de 2002, quando José Serra tomou a surra de 61% a 39%.

A filha dele largou a empresa, provavelmente em nome dos mais altos princípios da Moral.

Mino Carta tem a propriedade de publicar reportagens que equivalem a tiro de misericórdia.

Quando dirigia a revista IstoÉ, publicou a entrevista do motorista que implodiu o governo Collor.

Agora, ele e Leandro, processados por Gilmar Dantas (***), dão o tiro de misericórdia na hipocrisia dos tucanos paulistas.

A partir desta edição da CartaCapital, a expressão “violar o sigilo” passa a ser uma ofensa à memória dos brasileiros.

 

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que <a href=”http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/09/10/pig/2010/09/06/antigo/?p=23300&#8243; target=”_blank” title=”http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/09/10/pig/2010/09/06/antigo/?p=23300
CTRL + Clique para seguir o link”>é o que é,  porque o dono é o que é
; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(***) Clique aqui para ver como um eminente colonista (****) do Globo se referiu a Ele. E <a href=”http://www.youtube.com/watch?v=loXcU8DsAQM&#8221; target=”_blank” title=”http://www.youtube.com/watch?v=loXcU8DsAQM
CTRL + Clique para seguir o link”>aqui
para ver como outra eminente colonista (**) da GloboNews e da CBN se refere a Ele.

(****) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

Fonte: Carta O BERRO (Via Email)