Publicado em Empreendedorismo, Internacional, Michely Coutinho

Fórum Mundial de Empreendedorismo

Nos dias 24 e 25 de maio de 2018, a Federação das Associações de Jovens Empreendedores de Goiás (FAJE-Goiás) realizou o Fórum Mundial de Empreendedorismo em Goiânia, em parceria com o SEBRAE e a Unialfa.

O Fórum Mundial de Empreendedorismo é um evento que conecta o jovem empreendedor do Brasil ao mundo. O evento conta com a exposição de embaixadas, de empresas internacionalizadas, palestrantes excelentes e muito network e tem o objetivo de internacionalizar o Brasil, capacitando os jovens empreendedores para se situar no ambiente de importação e exportação, culturas, logística entre outras frentes.

Este será o primeiro Fórum Mundial de Empreendedorismo realizado em Goiás. Entretanto, a entidade tem um histórico de grandes conquistas ao jovem empreendedor e empresário. A FAJE Goiás já tem mais de 11 anos (antiga AJE Goiás) e já impactou milhares de pessoas.

Confira abaixo a programação do Fórum Mundial de Empreendedorismo, que ocorrerá nos dia 24 e 25 de maio, em Goiânia!
Dia 24 – Quinta-feira

13:30h – Credenciamento

14h às 20h – Exposição de Embaixadas
14:30h – Holanda no Brasil – Rutger Scharloo – VP Operations & Production at ID&T Brazil
15:30h – Culture of Innovation: How to Future Proof your Company – Paulina Sygulska – CEO Grant Tree
17h – Investimentos fora do Brasil – Tiago Reis – CEO da Suno Research
18h às 19h – Intervalo de Lanche
19h – Cerimônia de Abertura – Lucas Souza – Presidente da FAJE Goiás e Guilherme Gonçalves – Presidente da CONAJE
19:30h –Conexão Agro, Brasil/EUA – Mark Langevin – Professor na George Washington University
20:30h – Ambiente empreendedor: Perspectivas Globais
Luiz Barretto – Ex-Ministro e ex-presidente do Sebrae Nacional
Han Peters – Embaixador da Holanda
Iago Souza – Presidente Brasil Junior
Igor Montenegro – Superintendente do Sebrae Goiás

22h – Encerramento


Dia 25 – Sexta-feira

08h – Credenciamento
8h às 20h – Exposição de Embaixadas
8h30 – Palestra: Vinicius Neris – Internacionalização de Aplicativos
9h15 – Painel 1: Empreendedorismo no Mundo
Derio Chan
Vinicius Neris
Thiago Couto
Alline Jajah

11h – Palestra: Erik Nybo – Case Easy Taxi Global
12h30 – Horario do Almoço
14h30 – Palestra: LG Lima – Inovação: A Renovação das Startups
15h30 – Painel 2: Goiás no Mundo
Edival Lourenço
Eduardo Borges
Chris Taveira
Wyndson Oliveira
Helena Ribeiro
Anna Bastos
17h15 – Coffee Break
18h – Palestra: Carlos Moyses – Case do Ifood
19h – Palestra: Ricardo Bellino – Um Acelerador de Pessoa
20h – Encerramento

🤝💪 Apoio da UNIALFA, SEBRAE GO, FIEG Jovem, SED (Sucex), GYNTEC, FAPEG, JOVEM PAN, FUNAG, FÁBRICA DE NOTÍCIAS e várias outras entidades

 

 

 

Anúncios
Publicado em Empreendedorismo, Michely Coutinho, Na mídia

Combate ao assédio. Empresas de mulheres e para mulheres fazem sucesso

A insegurança vivida pelo público feminino é ponto de partida para criação de negócios que oferecem diversos serviços

Por Isabella Cavalcante

Você, sendo mulher, abriria a porta de casa para receber um estranho sozinha? Na prática, é isso que ocorre muitas vezes, quando se pede uma pizza, a entrega do gás ou contrata-se o serviço de um faz-tudo.

Ana Luisa Monteiro, de 28 anos, teve uma experiência ruim ao pedir um botijão de gás. O homem que fez o delivery a assediou, deixando-a vulnerável e com medo dentro da própria casa. Depois desse episódio, e diante do machismo que sofria no mercado de trabalho como produtora audiovisual, ela se juntou à amiga, a arquiteta Katherine Pavloski, de 29 anos, para criar o próprio negócio.

Motivadas pela constante atmosfera de insegurança, Ana e Katherine abriram uma empresa de serviços diversos oferecidos por mulheres e para mulheres, a Mana Manutenção. Trata-se de um nicho em plena expansão.

Com slogan “Mana – mulher conserta para mulher” a ideia surgiu em 2015. A empresa de manutenção residencial faz reparos e instalações no geral. “Antes de abrir a Mana tive chefes muito machistas e dentro da Mana sofremos assédio de vendedores de lojas”, conta Ana Luisa.

Além do conforto e da segurança das clientes, o modelo de negócio baseia-se na sororidade. “União e solidariedade entre mulheres, com companheirismo e empoderamento mútuo”: essa é a definição do termo para a especialista em direito do trabalho, empreendedora social e diretora de relações étnico-raciais, gênero e diversidade do SINT-IFESgo (Sindicato dos técnico-administrativos da UFG, IFG e IF Goiano) Michely Coutinho.

Divulgação/Facebook

As empresárias Ana Luisa e Katherine participaram do programa sobre negócios “Shark Thank Brasil” .

Michely acredita que existe a necessidade e a demanda dessa especificidade de mercado. “Os nichos permitem que as empresas atendam melhor seus clientes. É a chamada discriminação positiva, é uma forma de garantir equidade às parcelas da população que historicamente foram marginalizadas, subestimadas ou tornadas invisíveis”.

Ana Luisa relembra dois casos de machismo que sofreu mesmo trabalhando em uma empresa exclusivamente feminina. “O marido de uma cliente uma vez entrou comigo no lavabo, disse que eu não sabia fazer aquele trabalho e que eu estava tentando roubar a esposa dele”, relata.

Ana também fala da vez em que sua sócia, Katherine, foi desrespeitada quando tentou comprar ferramentas. “O dono da loja não quis vender para ela e disse: ‘só te vendo se você me mostrar que sabe segurar’ “.

O serviço é sucesso com o público feminino. “É comum escutarmos que somos pontuais, mais organizadas e limpas, fora o conforto de não ter que se preocupar com assédios”, diz Ana Luisa. Atualmente, a empresa funciona apenas em São Paulo, mas pretende expandir o serviço em breve para outras regiões.

Divulgação

A criadora e CEO do LadyDriver, Gabriela Côrrea.