Publicado em Produção, Sociedade

“QUE É QUE EU VIM FAZER NESSA PERIFERIA?”

“QUE É QUE EU VIM FAZER NESSA PERIFERIA?”

DATA: 08 de dezembro de 2013
LOCAL: Praça de Alimentação do Shopping Passeio das Águas (Goiânia-GO)
ATOR: rapaz com camisa do jacaré que mora no exterior
CENA: Fila do Bob’s, o ator com uma criança faz um pedido com dois sanduíches, mas quando do pagamento diz ao caixa que são dois pedidos separados e exclama discriminações

FALA: “QUE É QUE EU VIM FAZER NESSA PERIFERIA? Ah, falei que era pra gente ter ido no Bueno ou no Oeste! Viemos aqui na periferia, dá nisso! Em casa te ensino o que é periferia!”

Não me contive! Foi impossível ouvir essa discriminação monstruosa e não retrucar, e mandar esse burguês voltar pro Vaca Brava! “Por que é que você veio aqui então?”, questionei. Ele continuou “orgulhoso” de sua fala e ainda a repetiu duas vezes… Rolou um alto bate-boca, mas ninguém falou nada. Daí ele subiu ainda mais alto no monte da arrogância e disse “Eu nem moro no Brasil.”

A burguesia não aguenta mais ter que conviver com “pobre” no aeroporto, no Shopping… Na sua frente!

Publicado em Consultoria, Educação Financeira, Oficina

Oficina: (des) Educação Financeira

Oficina: (des) Educação Financeira:
Planeje-se, seja crítico e…
Desrespeite seu banco!
Por Michely Coutinho
Advogada, consultora, ativista social e Assistente de negócios do Banco do Brasil
Abadia de Goiás (GO), 03 de Novembro de 2013.


Links da oficina:

Código de Defesa do Consumidor
Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990.
Decreto nº 7.397, de 22 de dezembro de 2010
Institui a Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF, dispõe sobre a sua gestão e dá outras providências.
BACEN – Banco Central do Brasil
Associação de Educação Financeira do Brasil
José Carlos Luxo fala sobre gestão financeira pessoal
Polêmica a respeito do crescimento: investimento ou consumo?
Paulo Kliass
PIB: entenda quais são os fatores que influenciam o crescimento da economia – InfoMoney
Incentivar o consumo ou a poupança para estimular o crescimento econômico?
Pacote de Serviços – BACEN
7 estratégias para não pagar anuidade do cartão de crédito
Pesquisa ABRECS
Tesouro Direto
Zeitgeist Addendum – Uma versão (muito) crítica sobre o sistema financeiro
Curso SapiênCia Gestão Financeira Pessoal:
Curso FGV – Como organizar o orçamento familiar?
Publicado em Opinião

SOBRE O QUE EU AINDA INSISTO EM LER…

A direita brasileira é mesmo indecente! Essa mesma que acabei de ouvir num restaurante japonês da T-63 “Ai, brasileiro acha que ir em uma praia do Nordeste é uma viagem…”, introdução de peripécias da estúpida elite goianiense em Buenos Aires e Europa.

Eu nem sei porque eu ainda abro uma Veja, azar o meu!, mas acho importante (e infartante) ler o meritocrático e lunático Gustavo Ioschpe, guru do secretário de educação goiano Thiago Peixoto (que de educação não entende nada!).

Pois bem, olha só como a direita, que só pensa em lucro$$$, se contradiz: “Não há correlação entre o salário dos professores de um sistema de educação e o aprendizado dos alunos”, excluindo dos fatores de êxito a satisfação profissional. Mas o lastimável e raso argumento é a comparação com outros países, mas não dos professores, mas de todas as outras profissões como médicos e advogados, utilizando a “proporcionalidade”. Que estes ganhariam cerca de três ou quatro vezes menos que os estrangeiros… Mas ora!, ele está falando de rendas médias de dez mil reais, o que os colocam nas “primeiras letras de classe”, enquanto um professor recebe em média nem três salários mínimos. E o “hilário se não trágico” final do artigo: “Salário não cai do céu: conquista-se.”

Bem que ele poderia ser coerente e nos fazer uma prestação de suas contas pessoais para ver o quanto ele considera como “mensalmente suficiente” para sobreviver no país. Hipócrita!

Fonte: https://www.facebook.com/michelycoutinho82/posts/674298072594682